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Campo Mourão

15/01/2019

LIRA aponta 11,40% de infestação de mosquito Aedes Aegipty em Campo Mourão

LIRA aponta 11,40% de infestação de mosquito Aedes Aegipty em Campo Mourão

Dados levantados durante na última semana, por meio do Lira (Levantamento Rápido de Índice para Aedes Aegypti), apontou 11,40% de infestação do mosquito Aedes Aegipty em Campo Mourão, o qual transmite a dengue, zika vírus, chikungunya e febre amarela. De acordo com o Comitê Gestor de Combate a Dengue, da Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Campo Mourão, o índice é considerado alarmante. Os dados foram apresentados nesta segunda-feira.

Em levantamento realizado no mês de novembro do ano passado, o índice já apontava nível alto: 5,2%. Desta vez, em 36 locais analisados, em seis destes a infestação passou dos 20%. No Conjunto Milton de Paula Walter e na Região do Jardim Flora não foram encontrados focos. O Comitê destaca que desde abril de 2013 não eram registrados índices tão altos em Campo Mourão, quando foi adotado novamente a tabulação de porcentagem de focos encontrados nos bairros. Portanto, o índice atual é o mais alto desde 2013.

Os maiores índices neste novo Lira foram encontrados no Jardim Tropical II e Conjunto Avelino Piacentini (24,32%), Santa Nilce/Jardim Conrado (23,40%) e Jardim Aeroporto (23,08%). Os focos foram identificados a sua maioria em lixos (plástico, vidro, metal, papelão, sucatas e reciclados) e em piscinas, tambores, tanques, poços e lonas plásticas. As residências foram as que apresentaram a maior porcentagem de focos. Ao todo, foram quase 2 mil imóveis pesquisados.

Mesmo com este índice de alto risco, o Coordenador do Comitê Gestor, Carlos Bezerra, ressalta que não são registrados casos de dengue causada pelo mosquito em Campo Mourão há praticamente dois anos e meio. “Mesmo assim, continuamos com a nossa conscientização junto à população para que mesma sempre tome as precauções necessárias, evitando assim o aparecimento dos focos, em especial evitando a presença de água parada, como forma de evitar que venha a ocorrer surtos ou epidemia. Todo o cuidado é pouco, sem dúvida alguma, e devemos cada um fazer a sua parte”, conclui Bezerra.

 

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Fonte: CAMPO MOURÃO | CIDADE PORTAL | ASSESSORIA DE IMPRENSA

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